sexta-feira, 3 de abril de 2009

pincel

O cara broxa. Vc faz tudo pra reanimar o meninão e nada. Até que, né?, você para e deita ao lado, pq já viu q daquele mato não sai coelho mesmo.
Você não fala nada nadinha, fica lá toda de beijinhos e carinhos, afinal isso acontece nas melhores famílias. Mas tem gente que perde a oportunidade de ficar quieto, néam?
- O que foi?
(Não, meodeos, eu ouvi isso mesmo? Ele tá perguntando o que foi? Tipos, você broxa e pergunta PRA MIM o que foi? Tá parecendo que fui EU que não quis continuar a brincadeira? Vou fingir que não ouvi. Isso, melhor assim.)
- O que foi?
(Putz, jura que minha tática não deu certo? Acho q dessa vez vou dar uma risadinha sarcástica pra ver se ele se manca.)
- O que foi?
- O que foi? O que foi é que com pau meia-bomba a gente não chega a lugar nenhum, né, meu beimmmm!

Não podia ter dormido sem essa?

3 comentários:

honey disse...

Adorei este. Muito bem escrito, bem-humorado e com desfecho fantástico.

Elka Waideman disse...

pau meia-bomba!
maaaano, essa é nova!

adoro suas expressões.
adoro sua cotemporaniedade.
bem diferente dos meus romances sec XIX... rs

parabéns.

to amando!!!!

Leila disse...

Pau meia-bomba é nova??? Putz, menina, sorte a sua!!! Huauhauhuahha. Essa expressão é uma veeeelha conhecida minha... ¬¬

Obrigada pelos elogios, minha querida! Bem-vinda a meu modesto espacinho! ;o)

Beijoca!